- as vezes quando a batido e humilde ,a própria força de sonhar se mim desfolha e mim seca o meu único sonho , só poder ser, o pensar dos meus sonhos, e então que mim interrogo sobre quem tu és ? figuras que atravessar todas as minhas antigas visões demoradas, de paisagens e interiores antigos ,de cerimoniais faustosos de silêncios. Visito contigo regiões que são talvez sonhos teu, terra que são talvez corpos teu, e ausências é desumanidade.talvez eu não tenha outro sonhos se não tu, talvez seja no teus olhos encostando a minha face a tua, que eu lerei está paisagens impossíveis, estes tédios falsos esse sentimentos que habita assombra dos meus cansaços, é as grutas dos meus DESASSOSSEGO. Eu não sei quem tu és? Que espécie de vida tens ? que modo de vê, e o modo como te vejo. como não te sonhar, como não te sonhar sem horas das horas que passam, uma dona das águas designadas e das algas mortas, consoladoras dos que não tem consolação, os que lagrimas do que nunca choram hora que nunca soar ópio de todos os silêncios lira para não se tanger, vitral de lonjura e abandono,livra-me da religião, porque é suave e da descrença porque e forte. Reso a ti meu amor porque, o meu amor já e uma oração , mas não te concebo como amada , nem te ergo ante mim, como santa.só tu sol que não brilhas alumia as cavernas porque as cavernas são tuas filhas, posso ama-te também adora-te porque o meu amor não te Possi, minha adoração não te afasta. Sem a noite total e que todo eu mim perca e mim esqueça em ti,e que os meus sonhos brilhes estrelas no teu corpo de distancia e negação. seja eu as dobra do teu manto,as jóias da tua tiara e o ouro dos anéis dos teus dedos. Realizadoras dos absurdos que o teu silêncio me embale que teu mero ser mim acarisi, mim amaci, mim conforte, anjo da guarda dos abandonados, tu não és mulher nem mesmo dentro de me evoca qualquer coisa que eu posso sentir feminina. é quando falo que as palavras te chamam fêmea, e as expressões te contorna de mulher,mas tu na tua vagas essências não és nada, não tens realidade nem mesmo uma realidade sou tu ar, propriamente não e vejo nem mesmo te sinto, ocupas o intervalo dos meus pensamentos, por isso eu não te penso nem te sinto, debruço-me sobre teu rosto branco, nas águas noturnas dos meus desassossegos no meu saber que és lua.
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